domingo, 11 de janeiro de 2026

O que mais gostei de ler em 2025

 FICÇÃO

- "As Coisas" de Georges Perec
- "Como Animais" de Violaine  Bérot
- "Fanny Owen" de Agustina Bessa-Luís
- "Jezabel" de Irène Némirovsky
- "O Templo Dourado" de Yukio Mishima
- "O Vale da Paixão" de Lídia Jorge
- "Poética dos Cinco Sentidos - La Dame à la Licorne" de Ana Hatherly, Augusto Abelaira, Isabel da Nóbrega, José Saramago, Maria Velho da Costa e Nuno Bragança
- "Todas as manhãs do mundo" de Pascal Quignard
- "Um Artista do Mundo Flutuante" de Kazuo Ishiguro



NÃO FICÇÃO

- "As Bacantes" de Eurípides
- "Ferreira de Castro - Uma Biografia (1898-1919)" de Ricardo António Alves
- "Litoral e Planície Saloia" de José Alfredo da Costa Azevedo
- "O Género Intranquilo - anatomia do ensaio e do fragmento" de João Barrento
- "Se Eu Quisesse, Enlouquecia - Biografia de Herberto Helder" de João Pedro George



POESIA E OUTROS GÉNEROS

- "Adeus, Campos Felizes" de Rui Lage
- "Assombração [antologia]" de Jaime Rocha
- "Novas Cartas Portuguesas" de Maria Isabel Barreno, Maria Teresa Horta e Maria Velho da Costa
- "Os Rostos do Tempo" de Maria Gabriela Llansol
- "Tal como És" de Ryokan 



BANDA DESENHADA

- "Aqui" de Richard McGuire
- "Erva" de Keum Suk Gendry-Kim
- "O Fotógrafo de Mauthausen" de Salva Rubio e Pedro J. Colombo



FOTOGRAFIA E ARTES

- "Aspectos azulejares na arquitectura ferroviária portuguesa" de Rafael Salinas Calado e Pedro Vieira de Almeida
- "Da Luz à Lucidez" de Rui Nunes e Paulo Nozolino
- "Ph. 13 - Manuela Marques"

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