"A linguagem não é obrigada a parar em qualquer fronteira, nem sequer, do ponto de vista das construções conceptuais e narrativas, na da morte.
Traduzidos em palavras, os processos conceptuais, o acto da imaginação, podem abolir, inverter ou confundir todas as categorias (elas próprias encarnadas na linguagem) da identidade e da temporalidade. O discurso pode, por exemplo, transformar ao longo do seu funcionamento as regras segundo as quais funciona."
George Steiner em "Presenças Reais"
Editorial Presença,
1ª edição, 1993
Página 58

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