domingo, 8 de dezembro de 2013

48. Economia da Bondade

"A bondade e o amor, na sua qualidade de ervas medicinais e energias mais benéficas nas relações humanas, são achados tão preciosos que bem se poderia desejar que, na aplicação destes remédios balsâmicos, se procedesse tão economicamente quanto possível. No entanto, isso é impossível. A economia da bondade é o sonho dos utopistas mais ousados."
 
Nietzsche em "Humano, Demasiado Humano"

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